E mais uma noite se passa
E inocente espero por ti
Por seus beijos, abraços
Por seu carinho, seu calor
Meus pensamentos se perdem
Onde você estaria agora?
Estaria a sonhar comigo?
Ou estaria numa boemia?
E entre imaginar-te beijando outras
...
Me pego beijando teus lábios
No calor de teus braços
Risos ecoando pela noite
Mas o sol há de chegar
E mais um dia
Lembranças de uma fantasia
Uma mente quente
Uma cama gelada
Onde você estaria agora?
Tassia Prado (9/11/13)
domingo, 10 de novembro de 2013
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Você
És escorpião
Bicho de veneno bom
Que entra em minhas veias
Se mistura com meu sangue
Aquece minha carne
Aguça meus sentidos
Mata-me de tezão
Confunde minha mente
Usa meu corpo
Deixa-me cansada
Jogada na cama
E sorrateiramente
Vai embora
Na noite enluarada
Deixando a leve brisa fria
Tocar meu corpo
E arrepiar minha pele
Tassia Prado
15.05.09
Bicho de veneno bom
Que entra em minhas veias
Se mistura com meu sangue
Aquece minha carne
Aguça meus sentidos
Mata-me de tezão
Confunde minha mente
Usa meu corpo
Deixa-me cansada
Jogada na cama
E sorrateiramente
Vai embora
Na noite enluarada
Deixando a leve brisa fria
Tocar meu corpo
E arrepiar minha pele
Tassia Prado
15.05.09
Gata minguada
Gata solitária
Pêlos acinzentados
Caminhando sobre o telho quebrado
De um lugar abandonado
Luar minguante
Noite quente, céu estrelado
A passos miudos
Lentos e desanimados
Com olhos cor de mel
E um olhar sem vida
Distante
Mia
Miado minguado
De um coração
Machucado
Abandonado por um amor
Festeiro e vagabundo
De um gato malhado.
Tassia Prado
29.04.09
Pêlos acinzentados
Caminhando sobre o telho quebrado
De um lugar abandonado
Luar minguante
Noite quente, céu estrelado
A passos miudos
Lentos e desanimados
Com olhos cor de mel
E um olhar sem vida
Distante
Mia
Miado minguado
De um coração
Machucado
Abandonado por um amor
Festeiro e vagabundo
De um gato malhado.
Tassia Prado
29.04.09
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Ao amanhecer
Espero acordar
Ao nascer do sol
Escutar os pássaros cantarem
Sentir o doce cheiro
Do orvalho, das árvores
Acariciar seu rosto
E ver seu doce sorriso
E te beijar
Olhar em teus olhos
E não precisar dizer
"Te amo"
Mas simplesmente te abraçar
Sentir teu calor
Aconhegada em teus braços
Em meio a fofos edredons
Escutar teu sussurro
Um singelo
"Bom dia!!"
Tassia Prado
25.04.09
Ao nascer do sol
Escutar os pássaros cantarem
Sentir o doce cheiro
Do orvalho, das árvores
Acariciar seu rosto
E ver seu doce sorriso
E te beijar
Olhar em teus olhos
E não precisar dizer
"Te amo"
Mas simplesmente te abraçar
Sentir teu calor
Aconhegada em teus braços
Em meio a fofos edredons
Escutar teu sussurro
Um singelo
"Bom dia!!"
Tassia Prado
25.04.09
segunda-feira, 30 de março de 2009
Silêncio
"O melhor poema é aquele escrito no silêncio de um beijo"
Tassia Prado
Silêncio
... um Anjo
Alto de pele morena
Parou a minha frente
E ao encontro dos nossos olhares
O barulho do mundo calou
O mar era cinza
Comparado ao verde cativante dos seus olhos
O inferno ficou frio
Ao toque quente da mão dele em meu rosto
Deslisando pelo meu cabelo
Seus lábios
Imãs para os meus
Os cravos perderam o perfume
Ao sentir o sedutor cheiro de sua pele
Abraço envolvente
Seguro e forte
O encontro dos lábios
Um poema
No silêncio de um beijo...
Tassia Prado
29/03/09
Tassia Prado
Silêncio
... um Anjo
Alto de pele morena
Parou a minha frente
E ao encontro dos nossos olhares
O barulho do mundo calou
O mar era cinza
Comparado ao verde cativante dos seus olhos
O inferno ficou frio
Ao toque quente da mão dele em meu rosto
Deslisando pelo meu cabelo
Seus lábios
Imãs para os meus
Os cravos perderam o perfume
Ao sentir o sedutor cheiro de sua pele
Abraço envolvente
Seguro e forte
O encontro dos lábios
Um poema
No silêncio de um beijo...
Tassia Prado
29/03/09
Nada
Não sou nada
Nem luz, nem sombras
Nem pó, nem pedra
Sou o vazio de um sonho
Não sou nuvem, nem chuva
Nem rio, nem mar
Sou um fantasma do passado
Sou o grito preso na garganta
Pedindo para ser libertado
Sou a lágrima que teus olhos ja choraram
O arrepio sombrio na noite fria
O sorriso falso de um amor esquecido
Sou sentimentos
Escondidos em uma ilusão
Tassia Prado
29/03/09
Nem luz, nem sombras
Nem pó, nem pedra
Sou o vazio de um sonho
Não sou nuvem, nem chuva
Nem rio, nem mar
Sou um fantasma do passado
Sou o grito preso na garganta
Pedindo para ser libertado
Sou a lágrima que teus olhos ja choraram
O arrepio sombrio na noite fria
O sorriso falso de um amor esquecido
Sou sentimentos
Escondidos em uma ilusão
Tassia Prado
29/03/09
domingo, 15 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
Bom dia
E então sentia
As gotas quentes
Cairem em meu corpo
Deslizando suavemente
Arrepiando minha pele
Ainda sensível
Teus beijos, tua língua
Espuma, bolhas
Sensação do teu corpo
Ainda estar junto ao meu
Morango com champagne
Teu cheiro
Sangue quente
Meu corpo gelado
Envolto pela água morna
Doce carinho
De um delicio
Bom dia
Tassia Prado
02.03.09
As gotas quentes
Cairem em meu corpo
Deslizando suavemente
Arrepiando minha pele
Ainda sensível
Teus beijos, tua língua
Espuma, bolhas
Sensação do teu corpo
Ainda estar junto ao meu
Morango com champagne
Teu cheiro
Sangue quente
Meu corpo gelado
Envolto pela água morna
Doce carinho
De um delicio
Bom dia
Tassia Prado
02.03.09
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Despedida
Procurei em mil bocas
O doce sabor do seu olhar
Procurei em mil
Procurei em mim
Procurei preencher o vazio que ficou
Mas teus olhares
Falaram aos meus
De repende
Meu coração voltou a bater
As tuas palavras
Mentiras que saem de tua boca
Ou verdades?
Enchem minha alma
Sentimentos confusos
Eu, você
Nós?
Mas o brilho do sol
Refletido pela sua aliança dourada
Cega nosso amor
Então peço um último beijo
Uma última chance de me despedir
Um beijo como quem beija
O corpo pálido e gelado
Do ente querido
Antes do caixão ser fechado
Um ultimo beijo
Para guardar na lembrança
Esse breve e mórbido momento
Tassia Prado
O doce sabor do seu olhar
Procurei em mil
Procurei em mim
Procurei preencher o vazio que ficou
Mas teus olhares
Falaram aos meus
De repende
Meu coração voltou a bater
As tuas palavras
Mentiras que saem de tua boca
Ou verdades?
Enchem minha alma
Sentimentos confusos
Eu, você
Nós?
Mas o brilho do sol
Refletido pela sua aliança dourada
Cega nosso amor
Então peço um último beijo
Uma última chance de me despedir
Um beijo como quem beija
O corpo pálido e gelado
Do ente querido
Antes do caixão ser fechado
Um ultimo beijo
Para guardar na lembrança
Esse breve e mórbido momento
Tassia Prado
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Escuridão
Noites em claro
Porém escuras
Meu corpo quente
Em uma camisola
De cetim
Aquece o vazio
Frio e sólitário
Que você deixou
Cansada de te esperar
A escuridão toma conta
Do meu ser
Tentando abafar
A luz de meus pensamentos
Da minha esperança
De ainda poder ter você
Tassia Prado
Porém escuras
Meu corpo quente
Em uma camisola
De cetim
Aquece o vazio
Frio e sólitário
Que você deixou
Cansada de te esperar
A escuridão toma conta
Do meu ser
Tentando abafar
A luz de meus pensamentos
Da minha esperança
De ainda poder ter você
Tassia Prado
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Cravo
Era um belo botão
regado a amor e carinho
Que desabroxou
E em belo cravo virou
Quando botão
Era mimado, amado
Quando cravo era usado
Esquecido, ele chorou
E por isso
O belo cravo murchou
regado a amor e carinho
Que desabroxou
E em belo cravo virou
Quando botão
Era mimado, amado
Quando cravo era usado
Esquecido, ele chorou
E por isso
O belo cravo murchou
Uriel
Minha alma
Estraçalhada
Humilhada
Queimada
Pelo mais puro dos sentimentos
O amor
Hoje choro
Palavras machucam
E teus atos me matam
Meu corpo cai em vicios
Prazeres instantâneos
Para compensar
A tua falta
A tua covardia
Maldita razão
Cadê você?
Meu coração bate forte
Para expulsar
O teu veneno
Que corre em minhas veias
Amor?!
Sentimento patético
Prefiro ódio
Pois este não traz
Esperança
Lolita? Não!
Sou uma idiota
A chorar por um amor
Por um homem
Por um anjo
Anjo Uriel
Da poesia e da morte
Pois quanto mais me mata
Mais escrevo
E aqui deixo
Sangue
Alma
E o resto de meus sentimentos
Tassia Prado
16.01.09
Estraçalhada
Humilhada
Queimada
Pelo mais puro dos sentimentos
O amor
Hoje choro
Palavras machucam
E teus atos me matam
Meu corpo cai em vicios
Prazeres instantâneos
Para compensar
A tua falta
A tua covardia
Maldita razão
Cadê você?
Meu coração bate forte
Para expulsar
O teu veneno
Que corre em minhas veias
Amor?!
Sentimento patético
Prefiro ódio
Pois este não traz
Esperança
Lolita? Não!
Sou uma idiota
A chorar por um amor
Por um homem
Por um anjo
Anjo Uriel
Da poesia e da morte
Pois quanto mais me mata
Mais escrevo
E aqui deixo
Sangue
Alma
E o resto de meus sentimentos
Tassia Prado
16.01.09
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Pecado
Ah! Amor proibido que sinto
Os doces sabores
Que enchem meu coração
Deixa-me feliz
Traz-me vida, a paz
E o inferno
De não poder gritar ao mundo
Que é teu o meu amor
Delicioso amargo
Dos teus beijos e abraços
Envolve meu corpo
Beija-me
Morde gostoso meu grelo
Que pulsa entre teus lábios
Sacia tua sede em meu corpo
Mata meu tezão
Deixa ser tua vampira
Voluptuosamente
Entrega-te as minhas vontades
Deixa sugar tua seiva
Exausto deita em meus braços
Adormece
Deixando os sabores proibidos
No silêncio da noite
E sob o sol
Provocar os sentidos
Para que mais tarde
A lua nos de o presente
De recomeçar
Tassia Prado
07.01.09
Os doces sabores
Que enchem meu coração
Deixa-me feliz
Traz-me vida, a paz
E o inferno
De não poder gritar ao mundo
Que é teu o meu amor
Delicioso amargo
Dos teus beijos e abraços
Envolve meu corpo
Beija-me
Morde gostoso meu grelo
Que pulsa entre teus lábios
Sacia tua sede em meu corpo
Mata meu tezão
Deixa ser tua vampira
Voluptuosamente
Entrega-te as minhas vontades
Deixa sugar tua seiva
Exausto deita em meus braços
Adormece
Deixando os sabores proibidos
No silêncio da noite
E sob o sol
Provocar os sentidos
Para que mais tarde
A lua nos de o presente
De recomeçar
Tassia Prado
07.01.09
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Tempestade
A tempestade pulsa
Junto dela meu coração
Pulsando em vontade
Desejo e paixão
As gotas a cair
Molhando a terra
E seus cabelos
A pele húmida e gelada
Terra cabelo pele
Cheiros que se misturam
Com a chuva
Que teima em ficar
E encantar essa noite
Iluminada por raios e trovões
As gotas a rolar pelo seu rosto
Devagar a passar
Testa nariz sua boca
Morre em sua língua
Meu olhar não foge ao seu olhar
Tuas mãos a percorrer
Meu cabelo molhado
Segurando firme meu pescoço
Deixa tua boca
Mais perto da minha
Uma mão a descer
Puxa meu corpo
Com vigor para perto do seu
Meus braços a envolver-te
As unhas a rasgar tua camisa
Lábios a se encontrar
Peles a se sentir
E a grama molhada
Macia e gelada
Acolhem nosso amor
Chama intensa
Atiçada pelo vento
Da tempestade
Que meus olhos criam
Ao sentir meu coração pulsar
Tão longe do seu
Tassia Prado
26.12.08
Junto dela meu coração
Pulsando em vontade
Desejo e paixão
As gotas a cair
Molhando a terra
E seus cabelos
A pele húmida e gelada
Terra cabelo pele
Cheiros que se misturam
Com a chuva
Que teima em ficar
E encantar essa noite
Iluminada por raios e trovões
As gotas a rolar pelo seu rosto
Devagar a passar
Testa nariz sua boca
Morre em sua língua
Meu olhar não foge ao seu olhar
Tuas mãos a percorrer
Meu cabelo molhado
Segurando firme meu pescoço
Deixa tua boca
Mais perto da minha
Uma mão a descer
Puxa meu corpo
Com vigor para perto do seu
Meus braços a envolver-te
As unhas a rasgar tua camisa
Lábios a se encontrar
Peles a se sentir
E a grama molhada
Macia e gelada
Acolhem nosso amor
Chama intensa
Atiçada pelo vento
Da tempestade
Que meus olhos criam
Ao sentir meu coração pulsar
Tão longe do seu
Tassia Prado
26.12.08
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Sensação
Está quente
E minha boca seca
Meus lábios sentem
Úmido e gelado
Minha língua
A sentir o doce sabor
Derrete em minha boca
Me lambuza
Me refresca
Você a me observar
Seu olhar demonstrando
O desejo de ser
O sorvete
Que estou a chupar
Tassia Prado
24.12.08
E minha boca seca
Meus lábios sentem
Úmido e gelado
Minha língua
A sentir o doce sabor
Derrete em minha boca
Me lambuza
Me refresca
Você a me observar
Seu olhar demonstrando
O desejo de ser
O sorvete
Que estou a chupar
Tassia Prado
24.12.08
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Solitária
Noite quente
Meu coração está frio
E você está longe
As lembranças a pertubar
Não consigo dormir
Esse inferno
Que está no vazio da cama
Tento preencher
Com travesseiros
Ursinhos de pelúcia
Com teu olhar
Teus beijos
Com o calor que preciso
Para esquentar meu coração
A manhã chega solitária
Uma brisa fria
Entra no meu quarto
Parece trazer teu cheiro
Teu carinho
E assim
No frio da madrugada
Entrego meu corpo
A solidão
Tassia Prado
24.12.08
Meu coração está frio
E você está longe
As lembranças a pertubar
Não consigo dormir
Esse inferno
Que está no vazio da cama
Tento preencher
Com travesseiros
Ursinhos de pelúcia
Com teu olhar
Teus beijos
Com o calor que preciso
Para esquentar meu coração
A manhã chega solitária
Uma brisa fria
Entra no meu quarto
Parece trazer teu cheiro
Teu carinho
E assim
No frio da madrugada
Entrego meu corpo
A solidão
Tassia Prado
24.12.08
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Casinha na parede
Feita de madeira
Lá está uma casinha
Com números de 1 a 12
Brincando de cirandinha
- Mas não se mexem! -
Saindo do centro
Três palitinhos
1 grande 1 médio e 1 pequenininho
- Deve ser o filhinho! -
Em baixo da casinha
Duas cordinhas
E bem em cima
Uma portinha
- Quem será que mora lá? -
Pendurada na parede
Fazendo tic-tac, tic-tac
- Olha lá o passarinho! -
Fazendo cuco - cuco
Lá está uma casinha
Com números de 1 a 12
Brincando de cirandinha
- Mas não se mexem! -
Saindo do centro
Três palitinhos
1 grande 1 médio e 1 pequenininho
- Deve ser o filhinho! -
Em baixo da casinha
Duas cordinhas
E bem em cima
Uma portinha
- Quem será que mora lá? -
Pendurada na parede
Fazendo tic-tac, tic-tac
- Olha lá o passarinho! -
Fazendo cuco - cuco
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Suicidio
Sentia
Teu calor
Teu frio
Parecia estar na tua pele
Passando por tuas veias
Sinto agora
O fio da lâmina afiada
Que toca seu pulso
Com suavidade
Coração acelerado
A pele a se render
Ao delicioso ardor
Desse primeiro corte
O sangue fervendo
Começa a se libertar
A lâmina agora pesada
Corta a tua carne
Tuas veias
Coração calmo
Minha vida
Diante dos teus olhos
A se libertar
Do teu corpo
Escorrendo por sua mão
Passando por entre os dedos
Sangue, veneno
Vermelho, intenso
Amor vermelho
Intenso sentimento
Teu pulso começa a doer
É minha essência
Deixando teu corpo
Arrependimento
O cheiro doce do sangue
A lembrança dos meus beijos
Ato desesperado da tua boca
A procurar-me
No sangue que insiste a sair
Ainda a calor
Calor esse que só tua lingua recoheceria
Teu corpo pega fogo
Lembranças de noites frias
Quentes de amor
O calor se esvai
Teus olhos a fechar
Coração bate fraco
O frio toma conta da tua carne
Teus lábios sussuram
Pela ultima vez
"te amo, meu amor"
E nesse doloroso suspiro
Tua vida se despede da minha
17.12.08
Teu calor
Teu frio
Parecia estar na tua pele
Passando por tuas veias
Sinto agora
O fio da lâmina afiada
Que toca seu pulso
Com suavidade
Coração acelerado
A pele a se render
Ao delicioso ardor
Desse primeiro corte
O sangue fervendo
Começa a se libertar
A lâmina agora pesada
Corta a tua carne
Tuas veias
Coração calmo
Minha vida
Diante dos teus olhos
A se libertar
Do teu corpo
Escorrendo por sua mão
Passando por entre os dedos
Sangue, veneno
Vermelho, intenso
Amor vermelho
Intenso sentimento
Teu pulso começa a doer
É minha essência
Deixando teu corpo
Arrependimento
O cheiro doce do sangue
A lembrança dos meus beijos
Ato desesperado da tua boca
A procurar-me
No sangue que insiste a sair
Ainda a calor
Calor esse que só tua lingua recoheceria
Teu corpo pega fogo
Lembranças de noites frias
Quentes de amor
O calor se esvai
Teus olhos a fechar
Coração bate fraco
O frio toma conta da tua carne
Teus lábios sussuram
Pela ultima vez
"te amo, meu amor"
E nesse doloroso suspiro
Tua vida se despede da minha
17.12.08
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Lolita
Não passo de uma garota
Mimada e boba
Apaixonada
Por um homem
Que não pode ama-la
Sou sua Lolita
Te provoco
Te instigo
Tento entrar em teus pensamentos
Sem pedir licença
Invado teus sonhos
Mas quero mais
Quero pele, carne, osso
Verdades
Teu lábio junto ao meu
Corações num só compasso
Atrito entre nossos corpos
E depois num afago
Entrelaçar-me em teu corpo
Para realizar meu desejo
De um dia dormir com vc
Para com os anjos sonhar
16/12/08
Mimada e boba
Apaixonada
Por um homem
Que não pode ama-la
Sou sua Lolita
Te provoco
Te instigo
Tento entrar em teus pensamentos
Sem pedir licença
Invado teus sonhos
Mas quero mais
Quero pele, carne, osso
Verdades
Teu lábio junto ao meu
Corações num só compasso
Atrito entre nossos corpos
E depois num afago
Entrelaçar-me em teu corpo
Para realizar meu desejo
De um dia dormir com vc
Para com os anjos sonhar
16/12/08
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