Procurei em mil bocas
O doce sabor do seu olhar
Procurei em mil
Procurei em mim
Procurei preencher o vazio que ficou
Mas teus olhares
Falaram aos meus
De repende
Meu coração voltou a bater
As tuas palavras
Mentiras que saem de tua boca
Ou verdades?
Enchem minha alma
Sentimentos confusos
Eu, você
Nós?
Mas o brilho do sol
Refletido pela sua aliança dourada
Cega nosso amor
Então peço um último beijo
Uma última chance de me despedir
Um beijo como quem beija
O corpo pálido e gelado
Do ente querido
Antes do caixão ser fechado
Um ultimo beijo
Para guardar na lembrança
Esse breve e mórbido momento
Tassia Prado
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Escuridão
Noites em claro
Porém escuras
Meu corpo quente
Em uma camisola
De cetim
Aquece o vazio
Frio e sólitário
Que você deixou
Cansada de te esperar
A escuridão toma conta
Do meu ser
Tentando abafar
A luz de meus pensamentos
Da minha esperança
De ainda poder ter você
Tassia Prado
Porém escuras
Meu corpo quente
Em uma camisola
De cetim
Aquece o vazio
Frio e sólitário
Que você deixou
Cansada de te esperar
A escuridão toma conta
Do meu ser
Tentando abafar
A luz de meus pensamentos
Da minha esperança
De ainda poder ter você
Tassia Prado
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Cravo
Era um belo botão
regado a amor e carinho
Que desabroxou
E em belo cravo virou
Quando botão
Era mimado, amado
Quando cravo era usado
Esquecido, ele chorou
E por isso
O belo cravo murchou
regado a amor e carinho
Que desabroxou
E em belo cravo virou
Quando botão
Era mimado, amado
Quando cravo era usado
Esquecido, ele chorou
E por isso
O belo cravo murchou
Uriel
Minha alma
Estraçalhada
Humilhada
Queimada
Pelo mais puro dos sentimentos
O amor
Hoje choro
Palavras machucam
E teus atos me matam
Meu corpo cai em vicios
Prazeres instantâneos
Para compensar
A tua falta
A tua covardia
Maldita razão
Cadê você?
Meu coração bate forte
Para expulsar
O teu veneno
Que corre em minhas veias
Amor?!
Sentimento patético
Prefiro ódio
Pois este não traz
Esperança
Lolita? Não!
Sou uma idiota
A chorar por um amor
Por um homem
Por um anjo
Anjo Uriel
Da poesia e da morte
Pois quanto mais me mata
Mais escrevo
E aqui deixo
Sangue
Alma
E o resto de meus sentimentos
Tassia Prado
16.01.09
Estraçalhada
Humilhada
Queimada
Pelo mais puro dos sentimentos
O amor
Hoje choro
Palavras machucam
E teus atos me matam
Meu corpo cai em vicios
Prazeres instantâneos
Para compensar
A tua falta
A tua covardia
Maldita razão
Cadê você?
Meu coração bate forte
Para expulsar
O teu veneno
Que corre em minhas veias
Amor?!
Sentimento patético
Prefiro ódio
Pois este não traz
Esperança
Lolita? Não!
Sou uma idiota
A chorar por um amor
Por um homem
Por um anjo
Anjo Uriel
Da poesia e da morte
Pois quanto mais me mata
Mais escrevo
E aqui deixo
Sangue
Alma
E o resto de meus sentimentos
Tassia Prado
16.01.09
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Pecado
Ah! Amor proibido que sinto
Os doces sabores
Que enchem meu coração
Deixa-me feliz
Traz-me vida, a paz
E o inferno
De não poder gritar ao mundo
Que é teu o meu amor
Delicioso amargo
Dos teus beijos e abraços
Envolve meu corpo
Beija-me
Morde gostoso meu grelo
Que pulsa entre teus lábios
Sacia tua sede em meu corpo
Mata meu tezão
Deixa ser tua vampira
Voluptuosamente
Entrega-te as minhas vontades
Deixa sugar tua seiva
Exausto deita em meus braços
Adormece
Deixando os sabores proibidos
No silêncio da noite
E sob o sol
Provocar os sentidos
Para que mais tarde
A lua nos de o presente
De recomeçar
Tassia Prado
07.01.09
Os doces sabores
Que enchem meu coração
Deixa-me feliz
Traz-me vida, a paz
E o inferno
De não poder gritar ao mundo
Que é teu o meu amor
Delicioso amargo
Dos teus beijos e abraços
Envolve meu corpo
Beija-me
Morde gostoso meu grelo
Que pulsa entre teus lábios
Sacia tua sede em meu corpo
Mata meu tezão
Deixa ser tua vampira
Voluptuosamente
Entrega-te as minhas vontades
Deixa sugar tua seiva
Exausto deita em meus braços
Adormece
Deixando os sabores proibidos
No silêncio da noite
E sob o sol
Provocar os sentidos
Para que mais tarde
A lua nos de o presente
De recomeçar
Tassia Prado
07.01.09
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