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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Caricias

Deitada sozinha
em minha cama
A brisa entra pela janela
a acariciar meu corpo
A caneta a revelar
Vontades, desejos
Lembranças
De um poema
vivido
Seus lábios beijam
pescoço, costas
Seu corpo pesando sobre o meu
Me segura com força
Corpos colados
Roupa que atrapalha
Me vira na cama
Apaixonadamente
beija minha barriga
Blusa branca que
sobe com suas caricias
Camisa desabotoada
minha pele na sua
Viro o jogo, te domino. és meu
Beijos, lambidas, mordidas
Arranhadas proibidas
Desejo supremo de tomar
do seu doce
Estou sozinha
Pensamentos em você

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